Arquivo da tag: redes sociais

O Que Vem Por Aí

file0001527974576 

No início do mês, em um evento noticiado por toda mídia, Mark Zuckerberg anunciou que o Facebook teria sua linha do tempo totalmente reformulada, além de novos recursos implantados. Isso fez com que outras redes sociais também divulgassem algumas novidades que estarão disponíveis nas próximas semanas. Já outras são meros rumores, mas que podem surgir ainda no primeiro semestre.

Separamos as principais mudanças que em breve farão parte do seu cotidiano, fazendo sua navegação bem mais interessante.

Ou não.

 

News 1 – O Novo Layout do Facebook

Você pode não perceber, mas o ‘feed’ de notícias do Facebook (aquela tela vertical que apresenta as novidades dos perfis dos amigos e a atualização das páginas seguidas) é uma das áreas que mais tomam sua atenção na rede social. E ela ganhará mudanças. Em um evento global, Mark Zuckerberg anunciou que toda a linha do tempo será reformulada.

As postagens poderão ser filtradas de acordo com a preferência do usuário, separando-as por grupos, usuários seguidos, fotos, músicas, entre outros.

Já as imagens serão exibidas em formato maior. “Estamos seguindo as tendências de design, e é claro que isso inclui grandes e envolventes fotos e um design limpo navegável”, disse Zuckerberg, que na realidade também pensou nos anunciantes.

Os vídeos também ganharão uma fermentada, acompanhando a tendência de as redes sociais priorizarem as mídias.

E pela primeira vez o ‘layout’ de todas as plataformas do Facebook será padronizado, ou seja, o acesso do celular ou de outros dispositivos móveis fornecerá a mesma experiência que o acesso por computadores. Ou seria o contrário?

As mudanças estão sendo liberadas paulatinamente. Alguns usuários de países de língua inglesa já têm acesso aos novos recursos. Brasileiros são poucos, mas se a ansiedade for grande demais, é possível  inscrever-se em uma espécie de lista de espera através deste ‘link’.
 

– Hashtags no Facebook

Inicialmente, as ‘hashtags’ eram exclusividade do Twitter (leia meu post sobre a influência do Twitter sobre outras rede sociais aqui), mas deram tão certo que há rumores de que o Facebook estaria estudando implantá-las. Fora do microblog elas funcionam apenas no Instagram (que atualmente pertence ao Facebook).

‘Hashtags’ são palavras precedidas do caractere “#”. Escritas dessa forma, o sistema gera um link para postagens sobre o mesmo tema, criando uma relação entre mensagens com o mesmo tema. Porém, as ‘hashtags’ são mais usadas para dar ênfase ou sentido a determinada postagem.

Muitos usuários já usam ‘hashtags’ no Facebook, mas elas servem apenas como estilo de escrita, pois o sistema ainda não remete a mensagens similares.
 

– Google Plus

Coincidência ou não, o Google anunciou mudanças no Google+ apenas um dia antes do anúncio feito pelo Facebook. E as novidades já podem ser conferidas no site.

O avatar do usuário passou da esquerda para a direita. Já a imagem de capa ficou bem maior e, para quem gosta de configurá-la manualmente, seu tamanho exato passou para 2120 x 1192 pixels.

Mas as alterações não foram apenas estéticas. O recurso ‘Local Review’ agora lista os locais frequentados e preferidos dos usuários, inclusive com a possibilidade de inclusão de comentários relacionados.

Uma espécie de check-in aprimorado do Google+.

News 2

 

– Música no Twitter

Os rumores mais fortes quanto às novidades no Twitter são no sentido de que a rede social estaria planejando o lançamento de um aplicativo de música. Através dele o usuário poderia recomendar artistas e músicas, inclusive com a possibilidade de ouvir os sons online.

O que pode não agradar muito é o fato de que a novidade estaria inicialmente disponível somente para iOS (sistema de iPhones, iPods e iPads), assim como aconteceu com o Vine, aplicativo de vídeos curtos lançado no início de 2013 (leia aqui). Usuários de Android e Windows Phone precisariam esperar um pouco mais.

News 3 – O Fim do Formspring

As novidades não são nada boas para os usuários do Formspring. Acompanhando o destino do comunicador MSN e do leitor Google Reader, a rede social de perguntas e respostas que conquistou principalmente adolescentes deixará de existir.

Os motivos não foram bem esclarecidos, mas tudo indica que sejam econômicos. O fundador e CEO do Formspring, Ade Olonoh, anunciou hoje (18) dificuldades em manter o site.

Perguntas e respostas poderão ser postadas até o final do mês de março, mas o conteúdo poderá ser recuperado até o dia 15 de abril. Felizmente, as coisas mudam muito rápido no mundo das redes sociais e alguns sites que já haviam sido dados como mortos continuam firmes e fortes. Portanto, a situação do Formspring ainda pode mudar bastante.

Pelo menos é o que torcemos.


POR ANDRÉ MORAES (WWW.TWITTER.COM/AAFMORAES)

Deixe um comentário

Arquivado em Novidades

A Hora do Branch

branch-title O sentimento é o mesmo de quem acessa o Twitter pela primeira vez, ou seja, difícil saber por onde começar. Assim é com o Branch, a nova rede social criada por Biz Stone e Evan Williams, os fundadores do Twitter.

Muitos têm apontado o Branch como a próxima sensação das redes sociais. Mas antes de ser contagiado por toda essa empolgação é preciso conhecer os seus propósitos.

O Branch foi criado para estimular a discussão, algo que andava um pouco em baixa no mundo das redes sociais desde que – pelo menos para os brasileiros – as comunidades do Orkut perderam a força.

branch No Branch tudo começa com o compartilhamento de um link, de uma foto ou de um vídeo.

Após essa etapa é possível escolher quais os contatos participarão da discussão referente ao conteúdo. Como o sistema é uma ramificação do próprio Twitter, quem tiver um perfil na rede poderá convidar os seus contatos do microblog para o diálogo. A partir daí, toda troca de informações é feita por postagens individuais e sucessivas. E mesmo nessas postagens secundárias, é possível anexar um outro link, foto ou vídeo.

O site também notifica os usuários (inclusive por e-mail) quando há um novo post em um branch que o usuário esteja participando, além de outras atividades como, por exemplo, alguém aceita um convite para se juntar à discussão. Não se preocupe, pois essas notificações podem ser alteradas.

Claro que os mais maldosos poderão afirmar que o Branch é um modo de o Twitter se redimir de seus parcos 140 caracteres. Justiça seja feita, o Branch assemelha-se bem mais com os fóruns de discussão na internet, onde os usuários podem deixar um comentário a respeito de determinada matéria, do que com um microblog.

Mas o seu grande trunfo, na verdade, é o botão “embed”, que disponibiliza um link para qualquer discussão travada no Branch e que pode ser incorporada a qualquer outro site ou blog. Isso possibilita que as discussões fiquem concentradas no Branch, ainda que originadas de outros locais ou até mesmo de outras redes sociais. Só é preciso, claro, que internautas e web designers habituem-se a usar esse tipo de compartilhamento. Caso contrário, todo o esforço será em vão.

branch2

Resumindo, a internet estava mesmo carente de um site de relacionamentos em que as ideias pudessem ser expostas com maior qualidade, principalmente sem as ofensas e agressões proporcionadas pelo anonimato. Mas para o Branch realmente fazer todo esse sucesso, que muitos já estão dando como certo, é preciso um número considerável de internautas que também estejam dispostos a discutir com qualidade.

Algo que já não é tão garantido assim.

POR ANDRÉ MORAES

 

Nota: Este post foi originalmente publicado no site da Tec Hosting do Brasil (leia aqui), onde publicarei todas as semanas um artigo sobre redes sociais. Seja bem-vindo.

Deixe um comentário

Arquivado em Novidades

Editando Fotos Para Redes Sociais

Indiscutivelmente, a foto é o principal elemento de um perfil em qualquer rede social. É ela quem passará uma primeira impressão – boa ou ruim – a qualquer pessoa que visite o perfil do usuário. Até mesmo muito da credibilidade das ideias dependem de uma foto de perfil que inspire confiança. Já as fotos dos álbuns possuem importância por serem os elementos mais procurados pelos contatos do usuário. Quanto mais interessantes melhor.

Separei alguns sites que facilitam – e muito – o trabalho de configurar, atribuir efeitos ou retocar uma foto atraente para sua rede social. Em todos os casos não é necessário download de programas e nem o registro do usuário.

É só clicar e testar.

_______________________________________________________________________

Mypictr (www.mypictr.com) – Praticidade é a melhor palavra que define esse site. Específico para fotos do perfil. Você carrega a foto clicando em “upload”, escolhe a rede social para a qual pretende usar a foto, define a melhor parte dela e pronto. Depois é só fazer o download para o seu computador e usar a foto.

Vale a pena porque: é rápido e sem frescuras. Além disso, é possível usar uma mesma foto e configurar para o tamanho de várias redes sociais. Algumas até desconhecidas.

Onde peca: o site está um pouco defasado. A configuração de fotos para o Facebook ainda não leva em conta o novo layout, inclusive a foto de “capa”, que ainda é novidade. Também não há configuração de fotos para o Google+ e para o Orkut e a foto para Twitter ainda é do tamanho da antiga versão.

Pictrit

______________________________________________________________

Foto Flexer (www.fotoflexer.com) – Site simples, mas cheio de recursos e com uma interface menos carregada. Além da vantagem de ser possível postar uma imagem diretamente para uma rede social, nesse site também é possível buscar uma foto de seu álbum do Facebook ou MySpace e depois editá-la.

Vale a pena porque: é bastante agradável de mexer, com poucos anúncios publicitários.

Onde peca: apesar de ser possível a postagem diretamente para uma rede social, o site não dimensiona a imagem para o tamanho mais apropriado. Por exemplo, uma imagem salva no Facebook terá as mesmas dimensões daquelas que serão usadas em outras redes sociais. Por isso é mais recomendado para fotos de álbuns do que fotos do perfil principal (avatar).

Flexer

______________________________________________________________

Befunky (www.befunky.com) – É o site mais completo de recursos, mas o mais pobre quando se trata de opções de redes sociais. É possível obter fotos de poucas redes e a postagem restringe-se ao Facebook e Twitter. Para o LinkedIn, por exemplo, é necessário baixar a foto e depois fazer o upload direto.

Vale a pena porque: é o que mais possui recursos de edição. Básicos, mas suficientes para o usuário comum.

Onde peca: o layout é amigável, mas é pesado. Além disso, o foco do programa não são as redes sociais.

Befunky

_______________________________________________________________

Picnik (www.picnik.com) – É provavelmente o mais conhecido editor online. É rápido e completo, com total compartilhamento com o Facebook.

Vale a pena porque: há a possibilidade de instalá-lo diretamente no Chrome, caso seja esse o seu navegador. É o mais conhecido programa e, teoricamente, o mais confiável na hora de autorizar o compartilhamento com o Facebook. O upload de fotos também é bem rápido.

Onde peca: não há uma grande variedade de redes sociais para obter as fotos e nem para publicá-las. Também não dimensiona as fotos para o tamanho correto de cada rede, o que o torna mais indicado para os álbuns, como o Foto Flexer, e não para o perfil.

Picknik

_______________________________________________________________________

Profile Themes (www.profile-themes.com): Esse é um programa interessante para configurar a foto do perfil do Facebook, mas somente se o usuário não atualizou para a nova versão. Ele cria um efeito combinado entre a foto principal e as menores que também aparecem na página de perfil.

Vale a pena porque: é original e chama bastante a atenção. É preciso apenas achar a melhor foto.

Onde peca: só serve para Facebook e mesmo assim a versão antiga, que não deve durar muito.

Profile themes

_______________________________________________________________________

Google Plus Picture Image Avatar Maker (http://gplusavatormaker.hostei.com) – Você deve ter notado pelos exemplos anteriores que ainda não é fácil encontrar um editor de fotos específico para o Google+, mas esse site resolve o problema da rede social do Google.

Vale a pena porque: possui o básico, mas suficiente para o Google+.

Onde peca: possui o básico, mas suficiente – somente – para o Google+.

Google

_______________________________________________________

Está faltando um site para configurar fotos para o perfil do nova layout do Facebook, inclusive a foto de “capa”? Ele estará no próximo post.

POR ANDRÉ MORAES

Deixe um comentário

Arquivado em dicas, Facebook, twitter

As Atitudes Mais Bizarras Envolvendo Redes Sociais

Ornitorrinco Que as redes sociais estão muito presentes no cotidiano das pessoas ninguém duvida. Mas em alguns casos essa presença gera situações um tanto curiosas e inesperadas. Pessoas que dão nomes de redes sociais aos filhos e até um sequestrador que postou os detalhes do crime no Facebook são alguns exemplos grotescos. Segue uma lista de acontecimentos inusitados envolvendo as redes sociais mais famosas:

__

Facebookinha

Tentando homenagear o site de relacionamentos mais famoso do mundo, principalmente pelo papel que teve durante os protestos que resultaram na queda de Hosni Mubarak do poder, o egípcio Jamal Ibrahim resolveu dar o nome de "Facebook" à sua filha. Mais precisamente "Facebook Jamal Ibrahim" (leia aqui). Lindo, não? Podia ser pior? Sim. Um casal israelense recentemente deu à sua filha o nome de "Like", que em inglês nada mais é que o botão "Curtir" do Facebook. Realmente, a paternidade é uma das coisas mais lindas que há. Vale a informação de que no Brasil o oficial pode negar o registro de nomes bizarros e por isso dificilmente veremos alguém chamado Orkut. Mas nunca se sabe…

__

Tudo pela democracia

Na mesma onda de escolha de nomes de filhos, a indecisa canadense Rommy Alpinelli, resolveu deixar ao critério dos usuários do Facebook a escolha do nome de seu bebê. A ação foi promovida pela empresa de estética FabFind e o nome mais votado, fosse qual fosse, seria dado à criança. Segundo o site de notícias G1, a mãe primeiramente ficou com medo do nome que seria escolhido, mas depois confiou no bom senso dos votantes. Bom senso? Definitivamente essa moça não conhece a internet. O nome escolhido para a bebê foi "Melania", que nasceu em dezembro do ano passado. É, poderia ter sido pior. Muito pior. Mas também poderia ter sido melhor. Muito melhor.

__

Fail Fail Whale, Fail Minds

Josh Highland é um programador e entusiasta da internet que vive na Califórnia. Em 2009, Josh prometeu (através do site http://twitterink.com) que quando atingisse o número de 20.000 seguidores, não importando o tempo que levasse, faria uma tatuagem da "Fail Whale", a baleia que surgia quando o Twitter alcançava o limite de tráfego. A ideia nem era tão bizarra, pois Josh já possuía muitas tatuagens e a baleia não é nenhum monstrengo. Talvez por isso a tática não tenha funcionado, já que dois anos depois ele não chegou nem mesmo nos 5000 seguidores. Pouca gente se interessou pelo assunto. E tudo indica que a tatuagem não terá o impacto esperado, já que a "Fail Whale" não aparece mais na nova versão do Twitter. A história lembra muito da notícia da holandesa que teria tatuado os 152 contatos do Facebook no braço (leia aqui), fato desmentido poucas horas depois, quando se descobriu que os desenhos, na verdade, eram adesivos.

__

Fazemos qualquer negócio

Essa notícia de engraçada não tem nada, mas que é bizarra, isso é. Uma norte-americana chamada Patty Bigbee contatou por meio do Facebook uma pessoa para tentar vender seu neto de poucos meses de vida. Haveria indícios de que Bigbee tinha a intenção de montar um esquema de venda de bebês através das redes sociais. O curioso é que a sua primeira venda falhou quando a suposta compradora denunciou Bigbee às autoridades locais. O fato chama a atenção por envolver a venda de bebês, mas não é novo: a Justiça Estadual do Rio de Janeiro já havia condenado jovens de classe média de Niterói que vendiam ecstasy, maconha e outras drogas ilícitas pelo Orkut. Quanta inteligência para o crime!

__

Prato que se come frio

Ebay Uma americana de nome fictício Taylor Morgan, 26 anos, achou um modo lucrativo de se vingar de uma traição de seu namorado: vendeu todas as suas roupas pela internet, através do Ebay, o site de leilões. Ainda que o Ebay não seja uma rede social no sentido estrito do termo, vale o registro, até mesmo porque a divulgação também foi pelo Facebook. Tudo acompanhado por um toque de crueldade, já que Morgan promovia as vendas com fotos em que aparecia seminua, pois, segundo a própria, o namorado era muito rigoroso quanto a roupas ousadas (leia aqui). Até abril deste ano, a moça já havia arrematado mais de dois mil dólares! Parte desse dinheiro foi doado a uma organização não governamental e outra parte foi usada para a compra de vestidos. Ousados, claro. Morgan ainda afirmou que isso a ajudou muito a superar o fim do namoro. Não dá para duvidar. Uma australiana também já havia feito algo parecido em 2008, mas ao invés das roupas do namorado, leiloou a calcinha da amante do rapaz, juntamente com um envelope vazio de preservativo (leia aqui). Em tempo: fez questão de ressaltar que o preservativo é de tamanho "P". Que crueldade!

 __

Vai um rim aí?

Essa é bem recente, mas assim como o caso da senhora que tentou vender o neto, a notícia não tem nada de engraçado. A diferença é que é boa. Roxy Kurze conseguiu por meio do Facebook um doador de rim para seu marido, Jeff Kurze. Ricky Cisco de 25 anos topou a empreitada quando percebeu que seu tipo sanguíneo era compatível com o necessário. Ele procurou informações na internet sobre a operação, tendo sido tranquilizado por elas. Muito legal. Mas não deixa de ser bizarro, mesmo que muita gente diga que hoje em dia consegue-se de tudo na internet…

__

Fonte nada confiável

Em Ogden, Utah, um homem sequestrou uma jovem em um motel e passou a postar os acontecimentos diretamente no Facebook. A refém permaneceu em seu poder por 16 horas e além de passar em tempo real as informações relacionadas ao crime, também foi ajudado pelos seus contatos que acompanhavam o acontecimento de fora e passavam detalhes referentes à ação policial. Jason Valdez refugiou-se no motel com a refém quando os policiais foram até sua casa para cumprir um mandado de prisão. Ao ter o quarto do motel invadido, Valdez atirou contra si mesmo, mas não chegou a morrer e foi hospitalizado. O fato aconteceu no último dia 21 e a polícia ainda estuda se os contatos do criminoso também deverão responder por terem-no ajudado (leia aqui). E ainda usaram o botão "Curtir" para o fato.

Valdez

__

Sonho de consumo

Esse ainda é um fato não confirmado, mas o site Korea Herald noticiou essa semana que uma chinesa, cuja identidade não foi revelada, teria oferecido sua virgindade no Weibo em troca de IPhone 4, já que seu pai não a deixava ter um. É óbvio que a mensagem foi criticada por diversos usuários que a visualizaram, mas há quem desconfie que seu perfil tenha sido indevidamente utilizado por terceiros. Bem, ainda é mais fácil do que achar um rim. A informação foi passada pelo site do Olhar Digital (leia aqui).

POR ANDRÉ MORAES (WWW.TWITTER.COM/AAFMORAES)

2 Comentários

Arquivado em Curiosidades

Picaretagens Frustradas (Pelas Redes Sociais)

113054714849Que muita gente reclama da exposição exagerada nos sites de relacionamento, todo mundo sabe. Mas pior mesmo ficou a situação de quem faz coisa errada, não deseja ser descoberto, e mesmo assim não consegue ficar muito longe das redes sociais.

Seguem alguns casos engraçados – ou nem tanto – de pessoas que, após terem feito algo errado, acabaram pagando um preço bem alto por isso, graças às redes sociais.

Um policial quer ser seu amigo no Orkut 

Na semana passada, Daniel Antônio Fernandes publicou algumas fotos pessoais no Orkut. Não seria nada de excepcional se Fernandes não fosse foragido da justiça, o que acabou levando-o novamente à prisão. O mais curioso é que o rapaz foi pego após aceitar o pedido de amizade de um policial do Serviço de Inteligência de Campo Mourão (PR), que se utiliza de redes sociais para localizar criminosos e acabou tendo acesso às fotos. Claro que o policial não revelou sua identidade verdadeira. Fernandes era procurado há 13 anos por roubo a bancos, homicídio e sequestro. Foi preso em Valinhos-SP e já havia fugido duas vezes da prisão. Pelo visto o mais difícil não é capturar o criminoso e sim mantê-lo preso.

Imogen

Gol de placa

Também na semana passada surgiu a notícia de que um jogador inglês estaria movendo um processo contra o Twitter.  O microblog teria divulgado uma relação extraconjugal do atleta com a modelo Imogen Thomas, participante do programa Big Brother inglês. Apesar da identidade não ter sido divulgada, hoje é quase certo que o jogador seria Ryan Giggs do Manchester United, principalmente depois que seu nome foi citado no Parlamento inglês pelo deputado John Hemming. A confusão toda começou porque o atleta havia conseguido uma "injunção" para que o jornal The Sun não publicasse uma entrevista onde a modelo declarava o adultério. Porém, os internautas não quiseram saber da proibição e não pensaram duas vezes antes de divulgar o fato no Twitter. Sobrou para a rede social responder ao processo. A piada que acabou circulando na internet era a de que Giggs seria o primeiro jogador a querer impedir a divulgação de seu mais belo gol.

História mal contada

O jornal The Sun (sempre ele) também divulgou a notícia de que um empresário britânico estaria sofrendo um processo de divórcio depois que sua esposa localizou seu carro, uma Land Rover, em frente à casa de uma amiga pelo Google Street View, bem na época em que havia afirmado que estaria viajando a negócios, em 2009. Esse é o caso mais conhecido de invasão de privacidade, mas também é o menos comprovado: até hoje não foram divulgados nomes relacionados ao caso e muita gente desconfia que possa ser apenas uma história para prejudicar a ferramenta bisbilhoteira do Google.

Conto de fadas infernal

Lynn France, de Ohio, descobriu pelo Facebook que o seu marido tinha um segundo casamento. Encontrou fotos dele casando na Disney com outra mulher, fantasiados de Bela Adormecida e Príncipe. Por sua vez, o Príncipe, digo, John France, alegou que a mulher sempre soube do segundo casamento, mas está usando a história para obter a guarda dos filhos. O caso foi parar até na tv (veja aqui o site da Rede CBS). Fato parecido aconteceu com Richard Barton Jr., que também era bígamo. A diferença é que o próprio Richard divulgou as fotos do segundo casamento no Facebook. Tudo em seu próprio perfil e depois de deixar de ser amigo da primeira mulher. É sempre bom desconfiar quando se é bloqueado no Facebook.

Homens de sucesso

Outro bandido que se deu mal foi Eduardo Trigo Marques. Segundo a revista Info, ele foi descoberto por uma comerciante que havia sido sequestrada em Vargem Grande Paulista e encontrou as fotos do rapaz no Orkut. Depois de manter contato, repassou os dados para a polícia. O mais incrível é tentar entender porquê um sequestrador tem um perfil verdadeiro no Orkut. Isso só pode ser vício em redes sociais. Ou ele achava que ser sequestrador já era profissão. Em outro caso relatado pela Revista Info, algo parecido aconteceu com o estelionatário Aurélio Adriano do Nascimento, que anunciava celulares em um site de comércio e não os entregava. Nesse caso a polícia conseguiu chegar até ele através de uma comunidade do Orkut formada por pessoas que já haviam sido lesadas pelo golpe. Esse sim é um caso em que a fama precede a pessoa.

Olha eu aqui

2011-05-24 23 03 09Outro fato curioso é o de um ladrão do Estado do Oregon, que após ter roubado um banco em Portland, comentou sua façanha no Facebook. Ryan Homsley reconheceu o crime e afirmou na rede que estava fazendo isso apenas para pagar suas despesas médicas. Mais que isso. Colocou no seu perfil uma foto do circuito de vigilância do banco assaltado! Mas o FBI não teve pena de Homsley, que acabou no xilindró. Pior mesmo foi o título da reportagem do jornal "Daily Mail", que indaga se esse é o bandido mais burro do mundo e ainda o chamou de bandido "Onde Está Wally?", já que o assaltante usava roupas e óculos bastante parecidos com o do personagem infantil (veja a página do jornal aqui).

Pobre só de vez em quando

Em um processo judicial, a imobiliária Ceimol da cidade de Esteio (RS), provou em 2006 que um casal tinha plenas condições financeiras de suportar as custas do processo e não fazia jus aos benefícios da justiça gratuita, ao contrário do que fora requerido. Isso foi possível através de fotos do casal postadas no Orkut que retratavam viagens frequentes à Europa. O Tribunal de Justiça reconheceu as fotos como válidas e indeferiu o pedido do casal. Tudo bem. Pode não ser nenhum crime não querer pagar as custas do processo, mas justiça foi feita também nesse caso e com a ajuda das redes sociais. A reportagem completa do jornal Folha de São Paulo pode ser vista aqui.

POR ANDRÉ MORAES (WWW.TWITTER.COM/AAFMORAES)

Deixe um comentário

Arquivado em Sem categoria

RockMelt – O Navegador Voltado Para Redes Sociais

Rockmelt4 Quem acompanha a evolução dos navegadores de internet, também conhecidos como ‘browsers’, notou que no último mês Microsoft, Mozilla e Google lançaram as últimas versões de seus programas, respectivamente, Internet Explorer 9, Firefox 4 e Chrome 11, aumentando ainda mais a já acirrada concorrência. Mas o que pouca gente sabe é que existe ainda a opção de um outro navegador: o RockMelt.

A proposta do RockMelt (que pode ser baixado em www.rockmelt.com) é ser um novo navegador totalmente voltado às redes sociais.

Isso é verdade? Em termos.

Primeiro porque não é um navegador tão novo assim. O código-fonte é baseado no do Chrome. Por isso o layout não é inovador, muito parecido com o browser do Google. Isso não é algo ruim.  O Chrome é o browser com visualização mais agradável, até mesmo que a nova versão do Firefox.  Depois porque o RockMelt não pode ser usado com todas as redes sociais disponíveis, como talvez pareça. O foco maior é o Facebook (é até mesmo necessário ter uma conta lá para poder usá-lo) e o Twitter. Se o Orkut é sua única rede social, esqueça. O mesmo pode ser dito quanto ao LinkedIn e redes menores.

Ainda assim o RockMelt mostra-se bastante divertido.

Logo na instalação é requisitada sua senha do Facebook. O RockMelt então acessa suas informações públicas daquela rede e passa a mostrar do lado esquerdo da tela uma aba com botões de todos os seus contatos. A ideia é ótima, pois basta clicar na foto de algum deles para que surjam as opções de interação, como ‘chat’ e ‘mural’. Para as demais, como enviar mensagem privada ou ver as atualizações, é preciso clicar com o botão direito sobre a foto e elas aparecerão.

Rockmelt1

Já para quem gosta de estar sempre atualizando o próprio mural do Facebook, o RockMelt é um prato cheio. Basta escrever a frase que se deseja compartilhar e depois clicar no botão "share" para que automaticamente ela seja postada no seu perfil. E se você está visitando um site e quer compartilhar com seus contatos, basta pressionar o mesmo botão ‘share’. O link para a página será postado no seu perfil. Fácil assim. O chat do Facebook também está sempre ali, mostrando quais amigos estão online. Ótimo para se ter uma conversa com quem geralmente não tem nada a dizer.

Por outro lado, se a intenção é conferir as atualizações de seus contatos, isso poderá ser feito botão de ‘feed’ do Facebook do lado direito. Um simples clique mostra todas as atividades recentes. É também nessa aba que ficam os botões de ‘feed’ de outros sites, como os blogs e outras redes sociais que se queira acompanhar. Entre eles já há uma pré-configuração para o Youtube, que pode não ser vantajosa em conexões não muito rápidas – e máquinas mais antigas – pela demora no carregamento do vídeo.

Rockmelt3Na mesma barra lateral está o botão do Twitter, onde estão todas as ferramentas do microblog. Todas mesmo. Até a opção de leitura por meio de listas pode ser usada. Outra dica: para aqueles que não têm um computador de última geração e acabaram achando a nova versão do Twitter lenta demais, o RockMelt acaba sendo uma boa saída.

Os pontos positivos do RockMelt são sua velocidade e praticidade. Velocidade porque, como já dito, é baseada em uma versão antiga do Chrome e, portanto, mais enxuta. Praticidade porque é fácil acessar Facebook e Twitter com simples cliques.

Os pontos negativos ficam por conta do idioma (somente inglês) e por não fornecer muitos recursos para outras redes sociais importantes. Outro aspecto que é preciso lembrar antes da instalação: o RockMelt fica a todo momento atualizando o usuário sobre o conteúdo das redes sociais. Isso pode ser um problema quando se usa o browser para o trabalho, principalmente se a sua capacidade de concentração não é a mesma de um monge budista. O mesmo pode ser dito se ultimamente você tem se questionado quanto ao seu grau de dependência das redes sociais.

Se nada disso for problema para você, não pense duas vezes e baixe o RockMelt. Agora ninguém mais vai reclamar do seu grau de interação nos principais sites de relacionamento.

Só seu chefe.

POR ANDRÉ MORAES (WWW.TWITTER.COM/AAFMORAES)

2 Comentários

Arquivado em dicas, Novas, Utilitários

As Redes Sociais e a Televisão

IMGP5272x Que a televisão perde cada vez mais audiência para a internet todo mundo sabe. Porém, alguns programas são tão comentados nas redes sociais que, curiosamente, a internet acaba sendo um grande estímulo para o aumento da audiência.

Esse fenômeno tem sido mais notado nos últimos anos, com a popularização do acesso à rede por dispositivos móveis como notebooks, netbooks, tablets e celulares, permitindo que mais pessoas possam assistir à programação convencional ao mesmo tempo em que se comunicam com outros telespectadores pela rede.

O comportamento engloba todo o tipo de programas, desde novelas a jogos de futebol e filmes. Mas, de longe, o programa brasileiro em que o fenômeno mais pode ser notado, definitivamente, é o Big Brother Brasil. Impressiona a quantidade de internautas comentando sobre o programa e sobre seus participantes em tempo real, principalmente no Twitter. Basta acessar o microblog durante o horário de exibição para se perceber, tanto pelos ‘Trending Topics’ como pelas próprias postagens, o quanto as pessoas têm dividido a atenção entre a passividade proporcionada pela televisão e a manifestação ativa por meio das redes sociais.

Claro que, muito provavelmente, isso acontece pelos sentimentos de amor e ódio que o Big Brother gera, não somente com relação aos confinados, mas também pela legião de internautas que odeia a atração a ponto de não poupar esforços para criticá-lo na internet. Mas, independentemente de se gostar ou não do programa, a verdade é que poucos permanecem indiferentes.

E mesmo com relação a outros programas, em maior ou menor escala, há sempre alguém emitindo algum parecer sobre o que está sendo exibido.

Casa BBB11

Por isso, as emissoras de televisão têm voltado a atenção para essa movimentação do foco dos telespectadores, de modo que a influência da programação passa a ser medida não somente pela audiência direta, mas também pela relevância e volume de comentários na rede.

Um artigo do jornal ‘O Globo" (Digital & Mídia) narra um fato interessante: durante a transmissão do filme ‘Private Parts’ na HBO, Howard Stern, conhecido radialista americano e roteirista da obra, comentava as cenas online, o que aumentou consideravelmente a audiência. Vale lembrar que se tratava de uma reprise e que, em termos de qualidade, o filme não é nenhuma obra de Stanley Kubrick.

O mesmo artigo divulgou uma pesquisa feita pela agência de marketing britânica ‘Digital Clarity’ que apurou que oito em cada dez usuários de internet móvel com menos de 25 anos utilizam as redes sociais para comentar em tempo real sobre programas de tv (clique aqui para ler o artigo na íntegra) .

Esse fenômeno de integração da televisão com as redes sociais já possui nome: "Tv Social" e, mais do que simplesmente assistir algo e dar a opinião na rede através de um computador, engloba principalmente o próximo estágio que está prestes a começar, com o advento da tv digital: o acesso às redes sociais e comentários não mais por dispositivos autônomos, mas pelo aparelho de tv com internet e, futuramente, transmissões através das próprias redes sociais.

Resta apenas aguardar a movimentação das principais emissoras para acompanhar essa mudança de hábito dos telespectadores.

Onde isso vai chegar ninguém sabe. Mas é bom reservar um lugar no sofá para descobrir.

POR ANDRÉ MORAES (WWW.TWITTER.COM/AAFMORAES)

2 Comentários

Arquivado em Análises