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Por que o Twitter é a rede social que mais influenciou o mundo das redes sociais?

file4761237981423 O Facebook é atualmente a maior rede social. Não somente pela quantidade de perfis, mas também de acessos. Porém, em matéria de inovação, nenhuma rede social foi mais importante que o Twitter.

Para comprovar, seguem alguns aspectos que demonstram os motivos pelos quais as redes sociais, na forma como conhecemos hoje, devem muito mais ao Twitter do que a qualquer outro site de relacionamentos:

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Feed de Notícias e Timeline 

A ideia de acompanhar na página principal postagens de todos os contatos pode não ter surgido com o Twitter, mas, certamente, popularizou-se com ele. Se hoje os usuários de outras redes sociais compartilham ideias, reclamações, piadas, poesias e notícias com todos os seus contatos através de sua própria página inicial (no campo “O Que Está Acontecendo?” ou “Como Vai?” no caso do Facebook) e tudo pode ser acompanhado também em um só lugar, foi graças ao Twitter e sua famosa “timeline”. E justiça seja feita: o Facebook ficou bem mais interessante depois que implementou o recurso.

Filtros em fotos

O Instagram é propriedade do Facebook. Beleza. Mas, originalmente, a rede social que mais contribuiu com sua divulgação foi o Twitter. Hoje, são inúmeros os programas que conferem efeitos envelhecidos nas imagens por meio de filtros. O próprio Twitter possui hoje um sistema parecido, depois que sua tentativa de compra do Instagram subiu no telhado.A capa da Newsweek e sua hashtag.

Hashtags 

Talvez essa seja a inovação mais impactante do Twitter. Não tanto pela utilidade do recurso, mas principalmente por ter provocado uma mudança no modo de divulgar ideias e mensagens ainda que fora da internet.

O Twitter criou uma forma de os usuários destacarem o assunto do que está sendo comentado por meio de uma “hashtag”, representada pelo símbolo “#”. Com isso, a “hashtag” é transformada pelo sistema em um “link” para uma página de resultados relacionados ao assunto. Esse recurso, além do Twitter, funciona apenas no Instagram. A prática acabou levando os usuários a desenvolver uma forma de escrita em que todo o sentido do texto concentrava-se nas “hashtags”, independentemente da intenção do leitor de fazer buscas sobre o assunto.

A mania ultrapassou os limites do microblog, servindo como estilo de escrita em outras redes sociais e até em matérias publicitárias, cartazes de protesto e textos jornalísticos. Até quem não é usuário do Twitter já se deparou com expressões como “#prontofalei” ou “#eujasabia” mesmo fora das telas do computador.

Em uma capa famosa (acima), a revista Newsweek divulgou uma hashtag para informar sobre o seu último número impresso.

Menção a outros usuários 

Mencionar outro usuário da rede social em uma postagem ou comentário já é prática corriqueira. Porém, a popularização aconteceu no Twitter com a utilização do símbolo “@” seguido do nome de usuário de quem se pretende mencionar. Este, por sua vez, tomava conhecimento de que a postagem refere-se a ela dentro da guia “mentions”. Originalmente, citar alguém dava trabalho, pois era necessário copiar ou lembrar o nome de usuário, digitando-se corretamente.

Hoje, o sistema apresenta uma lista com sugestões, bastando que se clique na opção escolhida. Quanto a isso, mérito do Facebook. Mas a função original ainda é crédito do Twitter.

Compactação de links 

Como no Twitter somente é possível postar mensagens com até 140 caracteres, e tendo os hyperlinks costumeiramente bem mais que isso, os compactadores se popularizaram e os internautas descobriram sua praticidade. Links compactados passaram a aparecer até em matérias de revistas impressas e grandes empresas como o Google também criaram os seus compactadores.

Atualmente, até mesmo nas redes sociais sem limite de caracteres ou em mensagens de e-mails os compactadores são utilizados, dando um estilo muito mais enxuto e agradável ao texto. Sem falar na facilidade de se digitar um endereço na internet.

Checkins

Tudo bem, não havia “checkins” no Twitter quando foi criado. Mas aplicativos como o Foursquare devem muito ao compartilhamento no Twitter para sua popularização. Eram, aliás, vistos com ressalvas pela questão da segurança. A maioria das redes sociais agora têm a possibilidade de se fazer “checkins” através de sistemas próprios, ainda que o Foursquare continue firme e forte.

Botão Seguir

O Facebook bem que tentou dar um nome diferente ao recurso, batizando-o de “assinatura”, mas não funcionou. Tornou-se “seguir” mesmo, que é o nome usado no Twitter para se acompanhar as publicações mesmo de pessoas que não são amigas ou conhecidas. Foi criado justamente para que o usuário não dependesse de confirmações de amizade para poder acompanhar as publicações, como acontece em uma outra rede social. Adivinhe qual é.

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E engana-se quem acredita que os dias de glória do Twitter estão no passado. Estudo da empresa Global Web Index mostra que o Twitter foi a rede social que mais cresceu em 2012 (leia a matéria da Revista INFO aqui). Além disso, um levantamento da Burson-Marsteller aponta que as grandes empresas têm preferido o Twitter para criação de seus perfis (leia outra matéria da Revista INFO aqui) ultrapassando inclusive o Facebook.

Mas os números do Twitter ficam para outra oportunidade. O que nos resta é desejar vida longa ao microblog.

POR ANDRÉ MORAES (WWW.TWITTER.COM/AAFMORAES)

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Editando Fotos Para Redes Sociais

Indiscutivelmente, a foto é o principal elemento de um perfil em qualquer rede social. É ela quem passará uma primeira impressão – boa ou ruim – a qualquer pessoa que visite o perfil do usuário. Até mesmo muito da credibilidade das ideias dependem de uma foto de perfil que inspire confiança. Já as fotos dos álbuns possuem importância por serem os elementos mais procurados pelos contatos do usuário. Quanto mais interessantes melhor.

Separei alguns sites que facilitam – e muito – o trabalho de configurar, atribuir efeitos ou retocar uma foto atraente para sua rede social. Em todos os casos não é necessário download de programas e nem o registro do usuário.

É só clicar e testar.

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Mypictr (www.mypictr.com) – Praticidade é a melhor palavra que define esse site. Específico para fotos do perfil. Você carrega a foto clicando em “upload”, escolhe a rede social para a qual pretende usar a foto, define a melhor parte dela e pronto. Depois é só fazer o download para o seu computador e usar a foto.

Vale a pena porque: é rápido e sem frescuras. Além disso, é possível usar uma mesma foto e configurar para o tamanho de várias redes sociais. Algumas até desconhecidas.

Onde peca: o site está um pouco defasado. A configuração de fotos para o Facebook ainda não leva em conta o novo layout, inclusive a foto de “capa”, que ainda é novidade. Também não há configuração de fotos para o Google+ e para o Orkut e a foto para Twitter ainda é do tamanho da antiga versão.

Pictrit

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Foto Flexer (www.fotoflexer.com) – Site simples, mas cheio de recursos e com uma interface menos carregada. Além da vantagem de ser possível postar uma imagem diretamente para uma rede social, nesse site também é possível buscar uma foto de seu álbum do Facebook ou MySpace e depois editá-la.

Vale a pena porque: é bastante agradável de mexer, com poucos anúncios publicitários.

Onde peca: apesar de ser possível a postagem diretamente para uma rede social, o site não dimensiona a imagem para o tamanho mais apropriado. Por exemplo, uma imagem salva no Facebook terá as mesmas dimensões daquelas que serão usadas em outras redes sociais. Por isso é mais recomendado para fotos de álbuns do que fotos do perfil principal (avatar).

Flexer

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Befunky (www.befunky.com) – É o site mais completo de recursos, mas o mais pobre quando se trata de opções de redes sociais. É possível obter fotos de poucas redes e a postagem restringe-se ao Facebook e Twitter. Para o LinkedIn, por exemplo, é necessário baixar a foto e depois fazer o upload direto.

Vale a pena porque: é o que mais possui recursos de edição. Básicos, mas suficientes para o usuário comum.

Onde peca: o layout é amigável, mas é pesado. Além disso, o foco do programa não são as redes sociais.

Befunky

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Picnik (www.picnik.com) – É provavelmente o mais conhecido editor online. É rápido e completo, com total compartilhamento com o Facebook.

Vale a pena porque: há a possibilidade de instalá-lo diretamente no Chrome, caso seja esse o seu navegador. É o mais conhecido programa e, teoricamente, o mais confiável na hora de autorizar o compartilhamento com o Facebook. O upload de fotos também é bem rápido.

Onde peca: não há uma grande variedade de redes sociais para obter as fotos e nem para publicá-las. Também não dimensiona as fotos para o tamanho correto de cada rede, o que o torna mais indicado para os álbuns, como o Foto Flexer, e não para o perfil.

Picknik

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Profile Themes (www.profile-themes.com): Esse é um programa interessante para configurar a foto do perfil do Facebook, mas somente se o usuário não atualizou para a nova versão. Ele cria um efeito combinado entre a foto principal e as menores que também aparecem na página de perfil.

Vale a pena porque: é original e chama bastante a atenção. É preciso apenas achar a melhor foto.

Onde peca: só serve para Facebook e mesmo assim a versão antiga, que não deve durar muito.

Profile themes

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Google Plus Picture Image Avatar Maker (http://gplusavatormaker.hostei.com) – Você deve ter notado pelos exemplos anteriores que ainda não é fácil encontrar um editor de fotos específico para o Google+, mas esse site resolve o problema da rede social do Google.

Vale a pena porque: possui o básico, mas suficiente para o Google+.

Onde peca: possui o básico, mas suficiente – somente – para o Google+.

Google

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Está faltando um site para configurar fotos para o perfil do nova layout do Facebook, inclusive a foto de “capa”? Ele estará no próximo post.

POR ANDRÉ MORAES

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Os Mais Comentados do Twitter em 2011

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Como acontece todos os anos, o Twitter divulgou a lista dos assuntos mais comentados de 2011.

Exceto pelos conflitos no mundo árabe, a lista foi bem mais morna do que a do ano passado, principalmente pela ausência de um evento do porte da Copa do Mundo de Futebol (e seu Cala Boca Galvão).

Uma curiosidade para os brasileiros é a presença de Fernanda Vasconcellos em 10º lugar na lista de atrizes mais citadas do mundo, superando até mesmo Scarlett Johansson e suas fotos particulares. Fernanda Vasconcellos não foi citada por nenhum trabalho em especial, mas pela propaganda que aparece sem o umbigo, vítima de um desastrado retoque digital.

A #hashtag mais mencionada foi #egypt, em razão da queda de Hosni Mubarak. Já o jogador de futebol que mais apareceu nos tweets foi o inglês Wayne Rooney.

Estranho apenas a antecedência da lista, principalmente tendo em vista importantes acontecimentos que ainda estão reservados para 2011, como o Mundial de Clubes.

A lista completa pode ser vista aqui.

 

POR ANDRÉ MORAES

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Twitter em português

O texto a seguir foi publicado no blog Dicas Twitter (http://www.dicastwitter.blogspot.com) em 07 de junho de 2011 e gentilmente cedido.

 

O Twitter acaba de lançar sua versão em Português. Mesmo o Brasil sendo o terceiro país que mais acessa o Twitter, só em maio deste ano foi montada uma Central de Tradução voluntária para que o microblog pudesse ser traduzido para o nosso idioma.

No post oficial de lançamento, o Twitter citou algumas situações em que o Brasil mandou bem através da rede social e ainda comentou o uso do Twitter pelos candidatos à Presidência da República na última eleição.

A partir de hoje, quem quiser utilizar Twitter em português basta acessar: Settings > Account > Language > e escolha o português.

O aplicativo "mobile" também foi traduzido, assim como o aplicativo para Android. As funções por SMS em Português por enquanto estão liberadas para operadoras Nextel e TIM.

 

Por @camilamoraes às 19:38

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Twitter em Português. Ou quase.

Portuguese

Que o Twitter foi traduzido para o português do Brasil você já sabe. Existe uma enorme quantidade de sites destacando as mudanças positivas. Mas há algumas mudanças que serão mais difíceis assimilar, além de pequenos erros que precisam ser corrigidos. Vejamos:

Depois de anos os brasileiros terão que se adaptar ao fato de que as DMs (Direct Messages) agora serão MDs (Mensagens Diretas);

– A palavra ‘unfollow‘ perdeu o sentido. Agora o negócio é ‘parar de seguir‘ mesmo. Novos usuários não entenderão quando alguém disser que quer dar ‘unfollow’ em outra pessoa;

– Ainda há muitos erros de grafia. Na caixa autônoma de DMs (ou MDs) está escrito "mensagen". Já nas sugestões de pessoas a serem seguidas consta "similiares". Coisas simples, mas que incomodam;

mensagen

– Se o site foi totalmente traduzido, o correto seria que o botão de postagem chamasse botão "tuitar". Porém, o botão chama-se "tweetar", já que em inglês a postagem chama-se "tweet";

– O layout de alguns botões não suportou algumas expressões longas em português, como por exemplo cada item das listas, que agora utiliza duas linhas;

– Os "Trending Topics" tornaram-se "Tópicos da Tendência". Ótimo porque a sigla "TT" permaneceu. Mas que "Tópicos da Tendência" é um termo muito estranho, isso é. A alternativa melhor seria "Mais Comentados" ou "Mais Discutidos";

TT

– E falando em tendência, essa já era uma: com a conversão para o português, termos utilizados mundialmente como "Follow Friday" e "Music Monday" vão acabar mesmo desaparecendo, incluindo suas "#hashtags";

– Alguns termos estavam tão incorporados ao cotidiano do Twitter que poderiam ter permanecido em inglês. "Timeline", por exemplo, agora chama-se "histórico". Definitivamente, não é tão legal.

POR ANDRÉ MORAES (WWW.TWITTER.COM/AAFMORAES)

 

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A Maldição do Botão Retweet

Justiça seja feita. O botão “Retweet” tirou muito da graça do Twitter.

Quando o Twitter começou a se popularizar, ainda não existia o botão “Retweet”. O retweet foi uma invenção dos internautas que, pretendendo repassar uma mensagem postada por alguém, colocavam as letras “RT” junto ao “@” do autor e da mensagem a ser retransmitida. Isso indicava que a postagem apenas estava sendo repassada – ou “retweetada”, na linguagem do microblog –, já que originalmente criada pela pessoa indicada.

O problema é que sempre havia a possibilidade de fraude. Bastava alguém mencionar o nome de outra pessoa, famosa ou não, junto das letras RT para todos os seguidores acharem que a pessoa citada realmente tenha escrito aquilo, sendo que nem sempre isso era verdade. Não foram poucas as vezes que William Bonner pediu para que as pessoas checassem a sua timeline para confirmar se as mensagens divulgadas à base de RT eram verdadeiras e realmente escritas por ele. A maioria não era. É mais ou menos como acontece com Arnaldo Jabor e Mário Quintana nos e-mails que contêm frases que nunca foram ditas por eles.

Por isso o Twitter instituiu o botão “Retweet”. Com ele passou a ser impossível editar manualmente a frase a ser retweetada, sendo sempre repassada da forma como foi escrita, bastando um simples clique no botão. A possibilidade de copiar/colar (juntamente com as letras RT) permanece, mas o Twitter, visando inibir a prática, hoje restringe no mecanismo de busca do site a localização de mensagens retweetadas da maneira manual (sem o uso do botão).

Botão RT

Claro que a ideia de instituir o botão "Retweet" foi recheada de boas intenções. Além de impedir edições do texto original, simplificou o repasse de mensagens.

O problema é que a facilidade de se retweetar com apenas um clique inundou o microblog de mensagens inúteis. Hoje encontra-se de tudo. Desde doação de cachorros até mensagens de parabéns a pessoas que nem se conhece. E isso tirou muito da graça do microblog, devido à grande quantidade de mensagens, principalmente para quem segue muitos contatos. Além disso, inibe uma prática interessante, que é a de poder incluir um comentário à mensagem retransmitida.

Mesmo sendo possível desabilitar o botão Retweet de pessoas que se segue, isso precisa ser feito individualmente, ou seja, dá um baita trabalho. Além disso, a prática também impede que se receba conteúdo relevante que porventura essas pessoas publiquem. Mais ou menos como curar uma ferida cortando-se o pé.

Definitivamente o Twitter era muito mais interessante quando era mais simples, com menos recursos. Os incrementos de nada ajudaram e não digo somente com relação ao botão "Retweet".

Essa é a prova de que, seguindo o famoso ditado, em alguns casos, se melhorar estraga, sim.

POR ANDRÉ MORAES (WWW.TWITTER.COM/AAFMORAES)

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O Fim das Fronteiras – A Internet e os Protestos no Egito

Dizer que “não há mais fronteiras no mundo” tornou-se uma espécie de clichê, geralmente utilizado por pessoas impressionadas com a possibilidade de se comunicar, através da internet, com quem está a milhares de quilômetros de distância. Mas somente é aplicável àqueles que residem em países democráticos e com um considerável nível de liberdade de expressão, uma vez que não são poucos os governos que controlam as informações transmitidas pelos provedores instalados em seus territórios, como pude descrever no post “As Redes Sociais nas Ditaduras Atuais”.

Isso nunca incluiu o Egito, mas as coisas mudaram na última semana. Depois de oito dias de protestos contra Hosni Mubarak, há 30 anos no poder e mais de 100 mortes em confrontos entre civis e militares, o governo egípcio instituiu um toque de recolher, bloqueou celulares e limitou o acesso à internet, visando conter as manifestações populares. Caiu ontem o último provedor, deixando o Egito incomunicável.

Ou não.

Diante de tais medidas, Google e Twitter firmaram uma parceria pouco convencional e nada previsível. As duas empresas (e mais a prestadora Saynow, que hoje pertence o Google) disponibilizaram números internacionais, com tarifas grátis, para que as pessoas deixassem recados que seriam automaticamente postados no Twitter (com a hashtag #egypt). Por outro lado, para se chegar aos recados, bastava acessar o site www.twitter.com/speak2tweet ou, na impossibilidade de fazê-lo (por motivos óbvios), discar para os mesmos números e ouvir as postagens. Além de possibilitar a comunicação com quem estava fora do território do país, auxilia nas mobilizações e fornece informações importantes aos manifestantes.

Trata-se de um marco, pois demonstra como as fronteiras geográficas podem ser suprimidas quando a internet está disposta a contribuir para o avanço social.

Por mais que os governos tentem, a cada dia fica mais evidente que a informação não pode ser restringida, menos ainda geograficamente. Evidentemente, as intenções das duas empresas não foram puramente altruístas, já que a decisão colocou-as em destaque. Ainda assim, nunca a expressão “não há mais fronteiras no mundo” foi tão verdadeira quanto agora, servindo a internet para a consolidação da vontade popular e para o desenvolvimento social.

Pelo menos no Egito. Mubarak acaba de anunciar que não disputará mais a reeleição em setembro deste ano. Esperemos os próximos episódios.

POR ANDRE MORAES (@AAFMORAES)

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