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Configurando Imagens para a Capa do Facebook

O novo layout do Facebook ainda não é unanimidade. Mas se você já aderiu ao novo formato (leia aqui) e quer configurar manualmente uma foto através de seu programa favorito de edição, segue o tamanho ideal da imagem (em pixels): 315 de altura x 850 de largura.

Porém, se a ideia é simplificar o processo, um site bem interessante para se fazer isso é o www.coverphotoz.com. Ele possui uma grande quantidade de fotos já configuradas para a capa do perfil. Clicando em “browse”, são exibidas as categorias que vão desde natureza e automóveis até séries de televisão e música.

Cover2

Mas o ponto alto do site é a possibilidade de personalizar uma foto. Apesar de não ser preciso nenhum aplicativo para colocar uma foto própria no Facebook, através do site é possível inserir alguns efeitos (não muitos) e também textos à foto já no tamanho correto.  Até mesmo naquelas pré-definidas. Também há modelos onde é possível inserir fotos de outras pessoas junto da sua, como de uma namorada ou amigo.

Cover1

Vale a pena porque: o site é bem fácil de mexer, apesar de estar em inglês. Possui uma enorme quantidade de fotos pré-formatadas e mesmo que se opte por personalizar a foto, inserindo textos ou efeitos, o processo é rápido e sem complicações.

Onde peca: a foto postada apresenta o logotipo do site, o que tira um pouco da graça. Para as fotos personalizadas o site só compensa quando se pretende fazer alterações simples na imagem. Se for para usar a imagem original o melhor mesmo é fazer o upload direto pelo Facebook. Para edições mais profundas, prefira um programa de edição de imagens tradicional.

POR ANDRÉ MORAES

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Editando Fotos Para Redes Sociais

Indiscutivelmente, a foto é o principal elemento de um perfil em qualquer rede social. É ela quem passará uma primeira impressão – boa ou ruim – a qualquer pessoa que visite o perfil do usuário. Até mesmo muito da credibilidade das ideias dependem de uma foto de perfil que inspire confiança. Já as fotos dos álbuns possuem importância por serem os elementos mais procurados pelos contatos do usuário. Quanto mais interessantes melhor.

Separei alguns sites que facilitam – e muito – o trabalho de configurar, atribuir efeitos ou retocar uma foto atraente para sua rede social. Em todos os casos não é necessário download de programas e nem o registro do usuário.

É só clicar e testar.

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Mypictr (www.mypictr.com) – Praticidade é a melhor palavra que define esse site. Específico para fotos do perfil. Você carrega a foto clicando em “upload”, escolhe a rede social para a qual pretende usar a foto, define a melhor parte dela e pronto. Depois é só fazer o download para o seu computador e usar a foto.

Vale a pena porque: é rápido e sem frescuras. Além disso, é possível usar uma mesma foto e configurar para o tamanho de várias redes sociais. Algumas até desconhecidas.

Onde peca: o site está um pouco defasado. A configuração de fotos para o Facebook ainda não leva em conta o novo layout, inclusive a foto de “capa”, que ainda é novidade. Também não há configuração de fotos para o Google+ e para o Orkut e a foto para Twitter ainda é do tamanho da antiga versão.

Pictrit

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Foto Flexer (www.fotoflexer.com) – Site simples, mas cheio de recursos e com uma interface menos carregada. Além da vantagem de ser possível postar uma imagem diretamente para uma rede social, nesse site também é possível buscar uma foto de seu álbum do Facebook ou MySpace e depois editá-la.

Vale a pena porque: é bastante agradável de mexer, com poucos anúncios publicitários.

Onde peca: apesar de ser possível a postagem diretamente para uma rede social, o site não dimensiona a imagem para o tamanho mais apropriado. Por exemplo, uma imagem salva no Facebook terá as mesmas dimensões daquelas que serão usadas em outras redes sociais. Por isso é mais recomendado para fotos de álbuns do que fotos do perfil principal (avatar).

Flexer

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Befunky (www.befunky.com) – É o site mais completo de recursos, mas o mais pobre quando se trata de opções de redes sociais. É possível obter fotos de poucas redes e a postagem restringe-se ao Facebook e Twitter. Para o LinkedIn, por exemplo, é necessário baixar a foto e depois fazer o upload direto.

Vale a pena porque: é o que mais possui recursos de edição. Básicos, mas suficientes para o usuário comum.

Onde peca: o layout é amigável, mas é pesado. Além disso, o foco do programa não são as redes sociais.

Befunky

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Picnik (www.picnik.com) – É provavelmente o mais conhecido editor online. É rápido e completo, com total compartilhamento com o Facebook.

Vale a pena porque: há a possibilidade de instalá-lo diretamente no Chrome, caso seja esse o seu navegador. É o mais conhecido programa e, teoricamente, o mais confiável na hora de autorizar o compartilhamento com o Facebook. O upload de fotos também é bem rápido.

Onde peca: não há uma grande variedade de redes sociais para obter as fotos e nem para publicá-las. Também não dimensiona as fotos para o tamanho correto de cada rede, o que o torna mais indicado para os álbuns, como o Foto Flexer, e não para o perfil.

Picknik

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Profile Themes (www.profile-themes.com): Esse é um programa interessante para configurar a foto do perfil do Facebook, mas somente se o usuário não atualizou para a nova versão. Ele cria um efeito combinado entre a foto principal e as menores que também aparecem na página de perfil.

Vale a pena porque: é original e chama bastante a atenção. É preciso apenas achar a melhor foto.

Onde peca: só serve para Facebook e mesmo assim a versão antiga, que não deve durar muito.

Profile themes

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Google Plus Picture Image Avatar Maker (http://gplusavatormaker.hostei.com) – Você deve ter notado pelos exemplos anteriores que ainda não é fácil encontrar um editor de fotos específico para o Google+, mas esse site resolve o problema da rede social do Google.

Vale a pena porque: possui o básico, mas suficiente para o Google+.

Onde peca: possui o básico, mas suficiente – somente – para o Google+.

Google

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Está faltando um site para configurar fotos para o perfil do nova layout do Facebook, inclusive a foto de “capa”? Ele estará no próximo post.

POR ANDRÉ MORAES

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Algumas Belas Fotos Trabalhadas com o Instagram

Instagram Desespero dos fotógrafos profissionais, você já deve ter ouvido falar do Instagram.

Trata-se de um aplicativo desenvolvido exclusivamente para Iphone que dá um efeito de filtro envelhecedor a algumas fotos tiradas do celular. O resultado lembra muito as antigas imagens obtidas com câmeras Polaroid e confere um estilo bastante interessante até mesmo para fotos que normalmente não teriam nenhum atrativo.

O que pouca gente sabe é que a sua origem teve participação do brasileiro Mike Krieger que, juntamente com Kevin Systron, hoje CEO da empresa, criou uma das febres das redes sociais. O aplicativo para Iphone é gratuito. Requer apenas cadastro no site (http://instagr.am/), onde também podem ser compartilhadas as imagens, o que acabou sendo o principal impulso para sua popularização por torná-lo uma rede social própria.

O Instagram já está por aí há algum tempo (foi lançado em outubro de 2010), o que lhe rendeu inclusive uma exposição em São Paulo chamada "Expogram", cujos trabalhos foram enviados através das redes sociais.

Na última quarta-feira o Instagram anunciou que atingiu a marca de 7 milhões de usuários e 150 milhões de uploads de fotos. Um número considerável que deve aumentar ainda mais quando o aplicativo for disponibilizado a aparelhos que rodam sistema Android, ainda sem data de lançamento. A ideia da popularização já gera uma insatisfação dos fãs do aparelho da Apple.

Curioso? Seguem algumas imagens bastante interessantes obtidas com o uso do aplicativo e extraídas do Flickr:

por Phil Campbell

Foto de Phil Campbell

por billsoPHOTO

Foto de billsoPHOTO (nome de usuário)

por Darren Shilson

Foto de Darren Shilson

 por Joseph Wasabi

Foto de Joseph Wasabi

 por Kimi-

Foto de Kimi- (nome de usuário)

 por Matturick

Foto de Matturick

Achou interessante? Mais fotos curiosas podem ser vistas neste grupo do Flickr.

 

POR ANDRÉ MORAES

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RockMelt – O Navegador Voltado Para Redes Sociais

Rockmelt4 Quem acompanha a evolução dos navegadores de internet, também conhecidos como ‘browsers’, notou que no último mês Microsoft, Mozilla e Google lançaram as últimas versões de seus programas, respectivamente, Internet Explorer 9, Firefox 4 e Chrome 11, aumentando ainda mais a já acirrada concorrência. Mas o que pouca gente sabe é que existe ainda a opção de um outro navegador: o RockMelt.

A proposta do RockMelt (que pode ser baixado em www.rockmelt.com) é ser um novo navegador totalmente voltado às redes sociais.

Isso é verdade? Em termos.

Primeiro porque não é um navegador tão novo assim. O código-fonte é baseado no do Chrome. Por isso o layout não é inovador, muito parecido com o browser do Google. Isso não é algo ruim.  O Chrome é o browser com visualização mais agradável, até mesmo que a nova versão do Firefox.  Depois porque o RockMelt não pode ser usado com todas as redes sociais disponíveis, como talvez pareça. O foco maior é o Facebook (é até mesmo necessário ter uma conta lá para poder usá-lo) e o Twitter. Se o Orkut é sua única rede social, esqueça. O mesmo pode ser dito quanto ao LinkedIn e redes menores.

Ainda assim o RockMelt mostra-se bastante divertido.

Logo na instalação é requisitada sua senha do Facebook. O RockMelt então acessa suas informações públicas daquela rede e passa a mostrar do lado esquerdo da tela uma aba com botões de todos os seus contatos. A ideia é ótima, pois basta clicar na foto de algum deles para que surjam as opções de interação, como ‘chat’ e ‘mural’. Para as demais, como enviar mensagem privada ou ver as atualizações, é preciso clicar com o botão direito sobre a foto e elas aparecerão.

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Já para quem gosta de estar sempre atualizando o próprio mural do Facebook, o RockMelt é um prato cheio. Basta escrever a frase que se deseja compartilhar e depois clicar no botão "share" para que automaticamente ela seja postada no seu perfil. E se você está visitando um site e quer compartilhar com seus contatos, basta pressionar o mesmo botão ‘share’. O link para a página será postado no seu perfil. Fácil assim. O chat do Facebook também está sempre ali, mostrando quais amigos estão online. Ótimo para se ter uma conversa com quem geralmente não tem nada a dizer.

Por outro lado, se a intenção é conferir as atualizações de seus contatos, isso poderá ser feito botão de ‘feed’ do Facebook do lado direito. Um simples clique mostra todas as atividades recentes. É também nessa aba que ficam os botões de ‘feed’ de outros sites, como os blogs e outras redes sociais que se queira acompanhar. Entre eles já há uma pré-configuração para o Youtube, que pode não ser vantajosa em conexões não muito rápidas – e máquinas mais antigas – pela demora no carregamento do vídeo.

Rockmelt3Na mesma barra lateral está o botão do Twitter, onde estão todas as ferramentas do microblog. Todas mesmo. Até a opção de leitura por meio de listas pode ser usada. Outra dica: para aqueles que não têm um computador de última geração e acabaram achando a nova versão do Twitter lenta demais, o RockMelt acaba sendo uma boa saída.

Os pontos positivos do RockMelt são sua velocidade e praticidade. Velocidade porque, como já dito, é baseada em uma versão antiga do Chrome e, portanto, mais enxuta. Praticidade porque é fácil acessar Facebook e Twitter com simples cliques.

Os pontos negativos ficam por conta do idioma (somente inglês) e por não fornecer muitos recursos para outras redes sociais importantes. Outro aspecto que é preciso lembrar antes da instalação: o RockMelt fica a todo momento atualizando o usuário sobre o conteúdo das redes sociais. Isso pode ser um problema quando se usa o browser para o trabalho, principalmente se a sua capacidade de concentração não é a mesma de um monge budista. O mesmo pode ser dito se ultimamente você tem se questionado quanto ao seu grau de dependência das redes sociais.

Se nada disso for problema para você, não pense duas vezes e baixe o RockMelt. Agora ninguém mais vai reclamar do seu grau de interação nos principais sites de relacionamento.

Só seu chefe.

POR ANDRÉ MORAES (WWW.TWITTER.COM/AAFMORAES)

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Bankerfix – Um Antivírus Social

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Essa dica não é nova, mas pouca gente sabe. Trata-se de um problema bastante recorrente.

Você já deve ter recebido e-mail de algum amigo pedindo para clicar em algum link para baixar fotos, sendo que o remetente nem mesmo teve conhecimento da mensagem enviada.

Geralmente isso acontece porque o computador está infectado com um tipo de vírus (malware) que envia esse tipo de mensagem antes mesmo que o titular da conta tenha pensado em acessar a caixa de e-mails. Na grande maioria das vezes envolve usuários do Hotmail. Também é muito comum o envio involuntário de mensagens estranhas para todos os contatos do MSN ou mesmo scraps pelo Orkut, sempre com um link bastante convidativo. E mesmo que o dono do computador infectado faça varreduras com o mais moderno e atualizado antivírus, os sintomas persistem. Muita gente, aliás, resolve formatar o computador para resolver o problema, o que acaba sendo a mais drástica – e muitas vezes desnecessária – das soluções.

Esse tipo de vírus é muito comum no Brasil, por alguns motivos. Muitos deles visam acessar dados bancários no computador de quem acessa os links maliciosos (bankers). Por isso são desenvolvidos por brasileiros para acessar contas de brasileiros. Outro motivo é que muitos desses malwares são disseminados pelo Orkut, a rede social mais popular do Brasil. É exatamente por isso que a maioria dos antivírus, mesmo consagrados, acabam não conseguindo detectar essas ameaças. E mesmo que o malware não tenha êxito em obter os dados bancários do internauta, sempre gera algum constrangimento, pois muitas vezes as mensagens enviadas envolvem fotos pornográficas e podem ser entregues a pessoas cujo contato exige uma formalidade maior, como um chefe ou o pai da noiva.

Problema brasileiro, solução idem. A equipe do site Linha Defensiva resolveu criar um programa bastante eficiente para esses casos. Chama-se Bankerfix. É um programa bastante simples e pode ser baixado aqui. As instruções estão no próprio site do Linha Defensiva, que é de bastante confiança. Acaba sendo uma espécie de antivírus social, já que cuida de malwares que se espalham somente por programas de comunicação e sites de relacionamento.

Espero que jamais precise dele. Mas se precisar, então a dica está dada. Aproveite também para conferir os artigos do Linha Defensiva, sempre voltados para a segurança online e bastante úteis.

POR ANDRÉ MORAES (WWW.TWITTER.COM/AAFMORAES)

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Bilionários por Acaso: o livro que deu origem ao filme “A Rede Social”

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Morno.

Para mim essa é a melhor palavra que descreve o livro “Bilionários por Acaso” (Ben Mezrich; tradução de Alexandre Matias; Rio de Janeiro; Ed. Intrínseca; 2010), que conta a história da criação do Facebook.

É claro que não estou aqui fazendo uma análise literária da obra. Deixo isso para quem é da área. Mas considero que os pontos positivos e negativos da história de Mark Zuckerberg se equivalem de tal forma que se torna impossível atribuir uma classificação diferente.

A leitura é extremamente fácil e dinâmica, recheada de detalhes sobre a vida de dois estudantes de Harvard que decidiram criar um site de relacionamentos restrito a universitários e que, posteriormente, foi aberto ao público em geral, transformando-se na potência que atualmente todos conhecem.

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Um dos pontos positivos da obra é o fato de trazer informações normalmente desconhecidas do público em geral, como, por exemplo, todo o processo de criação das ferramentas do site e experiências anteriores dos envolvidos. Destaque principalmente para as divertidas experiências de Mark na era pré-Facebook, quando criou um programa de reposicionamento de músicas para Ipod e uma rede social underground (com imagens subtraídas do banco de dados da universidade) onde comparava o perfil das alunas mais bonitas da instituição com cabeças de gado.

O problema da obra surge quando se percebe alguma imparcialidade na narração, pois apesar de Mark Zuckerberg ser tratado como um gênio da programação, também é uma espécie de vilão, como se todas as suas atitudes não levassem em consideração a amizade e o respeito alheio, dando a entender que muitos dos recursos do site foram plagiados.

Ainda que isso possa ser verdadeiro, fica difícil de acreditar cegamente, pois o jovem criador do Facebook em nenhum momento contribuiu com informações para a obra. Seu desafeto judicial e co-criador do site, o brasileiro Eduardo Saverin, foi quem mais forneceu elementos ao autor do livro, o que sempre deixará dúvidas quanto à parcialidade do que realmente aconteceu.

A Rede Social - Divulgação

O livro deu origem ao filme “Rede Social” (cujo trailer já foi disponibilizado neste post), que estréia em cadeia nacional na próxima sexta-feira (03).

De qualquer forma o livro é interessante pelos aspectos informativos. Os brasileiros também ganham com a tradução de Alexandre Matias, extremamente fiel ao mundo geek e à evolução das redes de compartilhamento de arquivos na internet.

Vale conferir, mesmo para quem não é muito ligado nas tendências tecnológicas. Garanto que não será uma perda de tempo.

Mas se não estiver muito seguro disso, então comece pelo filme.

POR ANDRÉ MORAES (@AAFMORAES)

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Como proceder com um perfil falso do Twitter

MF_3448 Já comentamos bastante sobre perfis falsos existentes nas redes sociais. Mas como proceder no caso de depararmos com alguém se passando por nós no Twitter?

Carmen Moreira, repórter do IG Tecnologia, elaborou uma reportagem muito útil sobre o tema, descrevendo passo a passo como resolver o problema no Twitter. De grande ajuda, inclusive, para aqueles pouco familiarizados ao inglês, já que o site ainda não conta com uma versão em português (em desenvolvimento).

Clique aqui para conferir a reportagem.

Coincidentemente, a publicação ocorre bem no dia em que o Google foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul a pagar uma indenização por danos morais a uma usuária do Orkut, que teve um perfil falsamente criado em seu nome.

E isso é só o começo.

POR ANDRÉ MORAES (WWW.TWITTER.COM/SOCIEDADE_REDE)

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